26.09.10
Conteúdo relacionado: Geral / Publicado por: Mariana
A FESTA DA PRIMAVERA
Na floresta reinava um profundo silêncio. Não se ouvia o canto dos passarinhos, nem os grilos entre as folhas secas. O riacho deslizava sobre as pedras. Apenas o vento brincava por lá. Quando ele vinha, balançava os galhos das árvores ( VVVVVV ), levantando a poeira do chão (atchim!). O vento levava as nuvens para longe, deixando as plantas secas, com sede.
Mas, de repente, surgiu na floresta um gigante de longas barbas, vestido com meias grossas e botas pesadas.(Tum, Tum, Tum). Os animais já sabiam…era ele, o “guardião do inverno”. O gigante entrou pela floresta a dento, passando por caminhos onde o vento soprava forte, envergando os galhos das árvores compridas.
O vento, sentindo a presença forte do guardião do inverno, começou a se acalmar e aos poucos foi diminuindo, transformando-se numa brisa suave… (vvvvvv).O gigante e o vento agora caminhavam juntos.
Foi quando um pássaro começou a cantar na floresta. Ele era o “Mensageiro da Primavera”.
Música “A Primavera” : “Doce canto vem no ar, com a primavera…”
Nas profundezas da terra as sementinhas, tão bem cuidadas pelos anõezinhos, acordaram com aquela melodia.
Um passarinho cantou ao longe.
Música: “Canta o passarinho”
Mas o inverno ainda havia deixado por lá a seca. Por onde ela passava, as plantas perdiam seu vigor, os riachos ficavam com pouca água, as borboletas e as abelhas procuravam outros lugares onde voar. As nuvens, assustadas, corriam por detrás das montanhas.
Então, o gigante guardião do inverno aproximou-se e levou embora a seca.
O Mensageiro da primavera novamente cantou. “ Doce canto vem no ar…”A sua melodia, aquecendo as sementinhas, fez com que estas buscassem a luz do sol. As azaléias abriram suas primeiras flores e outros pássaros começaram a cantar.
Mas o inverno ainda havia deixado por lá a neblina que, no silêncio da noite, tudo envolvia com seu manto acinzentado. Muitas sementinhas ainda dormiam no colo da mãe terra, onde anõezinhos continuavam seu trabalho, fazendo com que estas ficassem mais fortes.
Ao amanhecer, o guardião do inverno chegou e levou embora a neblina, continuando a sua caminhada.
Uma brisa ligeira soprou entre as árvores, ajudando algumas nuvens a cobrir o céu, abaixando cada vez mais, até que podia-se ouvir os pingos d’água. Plim! Plim! Um pingo aqui, outro acolá…transformando-se uma chuva bem gostosa.
Tocar no Kântele notas separadas, como pingos de chuva, que se ouvia….
Em meio à chuva, o arco íris brilhou. O sol aproximou-se , encontrando-se com o Mensageiro da Primavera..
Canta-se aqui qualquer canção de primavera
A primavera, trazida pelo sol, acordou enfim do seu sono , despertando todas as flores, enchendo a terra de cores.Era a Mãe Terra que acordava vestida de Primavera!
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A Primavera
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http://www.youtube.com/watch?v=kNeNf58NHVk
Desperta no Bosque
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http://www.youtube.com/watch?v=VRbwsLrhywc
Entrei Num Jardim Com Flores
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Flores no Jardim
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http://www.youtube.com/watch?v=KavrlyuaE5E
O Vento e a Flor
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Quem Me Compra
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Primavera (Chica)
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A Bela Primavera
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Canta o Passarinho
Belo Jardim
A mão direita
03.08.10
Conteúdo relacionado: Geral / Publicado por: Mariana
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(31) 32643402 – 97054588
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O Desvendar da Voz
Por Marcelo Petraglia, músico.
Cantar. Algo tão intimamente ligado à nossa natureza, que quase não podemos evitar. Cantamos a alegria e a tristeza, nossos sonhos e a história. Transportamos para a voz o íntimo de nossa alma e nos confraternizamos em coro.
Entretanto, essa capacidade inata do ser humano parece estar cada vez mais sendo abafada, destruída e perdendo sua vitalidade. As causas são muitas: o atrofiamento do sistema auditivo- fonador pelo impacto da poluição sonora, a perda da orientação e da distinção entre a voz falada e a voz cantada e o acúmulo de tensões em nosso sistema muscular e respiratório, são apenas alguns exemplos.
É neste contexto que a “Escola do Desvendar da Voz” vem prestar sua contribuição na direção de uma regeneração do canto. Por “Escola” entendemos caminho. Caminho de auto-desenvolvimento que se propõe, a partir da voz, a trabalhar, lapidar, “Desvendar” aquilo que brota do fundo da nossa alma. Caminho que nos ensina a ouvir o que vem do interior de nós mesmos e dos que estão à nossa volta e que, ao mesmo tempo, nos dá as ferramentas para transformarmos o que se manifesta.
Acredito que uma profunda transformação pessoal e social pode se dar através do canto, assim como ele é desenvolvido dentro da “Escola do Desvendar da Voz”. Pois, o trabalho desta se apóia numa imagem integral do ser humano e aponta um caminho prático de desenvolvimento. Suas etapas, bem como seus exercícios particulares, foram desenvolvidos pela cantora sueca Valborg Werbeck-Svärdström em conjunto com Rudolf Steiner, buscando um cantar que fosse uma manifestação do tom arquetípico, que se revela ao nosso ouvido interior, permeia nosso corpo e doa-se ao espaço.
Quem percorre este caminho experimenta uma transformação nos diversos níveis do seu ser e principalmente uma metamorfose da audição. Esta se dá simultaneamente à medida que os véus que obscurecem e amarram a voz são desvendados.
Mas, como em todo processo artístico, o caminho só o conhece quem o trilha. E uma vez começada a caminhada não se sabe quão longa ela será e a que destino chegaremos. Feliz é aquele que logo percebe que a meta é o próprio caminho e a ele se entrega colhendo, na auto-transformação, os frutos de seus passos.
Cantemos!
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Agosto é o mes dos ventos. O céu se enche de pipas coloridas, as árvores balançam, os pássaros procuram seus ninhos, os cata- ventos giram e giram…
Vamos cantar o vento?
Aqui você encontra versos, histórias e as letras das canções
Confira neste site o Canto Desvendar da Voz, aulas de lira e Kântele para adultos e crianças.
A música pentatônica, trazida por este belo instrumento, o Kântele, tem também uma função terapêutica, pois atua na harmonização da respiração. Dar e receber, atividade e relaxamento, concentração e expansão, ir para si e ir para o ambiente… A nossa vida psíquica também precisa respirar. A vivência com instrumentos e cantigas pentatônicas favorece o retorno a um ponto de equilíbrio, trazendo sensação de calor, aconchego e proteção. Podemos, assim, exercitar um “ambiente pentatônico”, que pode ser conferido a qualquer canção.
O Vento (canção pentatônica)
P. M. Riehm
Clique para ouvir no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=vRBIXDXIPYs
Vento canta, vento dança
Entre as folhas, num vai e vem
E o amigo passarinho
Canta feliz e dorme em seu ninho
Balançam com a brisa
Clique para ouvir no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=kHWa0OBR4Hc
As árvores balançam, balançam, balançam
As árvores balançam, balançam com a brisa
Os passarinhos voam
Sim, voam
Sim, voam
Os passarinhos voam
Sim, voam com a brisa
A linda flor se inclina, se inclina, se inclina
A linda flor se inclina, se inclina com a brisa
Escute no link abaixo uma linda história de Ruth Rocha- “Nosso amigo ventinho”
http://www.radio.uol.com.br/#/musica/ruth-rocha/nosso-amigo-ventinho/54065?action=search
O Sol e o vento ( poesia )
O sol e o vento apostaram
Qual dos dois era o mais forte
E qual dos dois retirava
Do viandante o capote
Primeiro soprou o vento,
Mas era em vão que soprava,

Clique na imagem para ampliar
Pois o homem, friorento,
Mais seu capote fechava
Então o sol resplendente,
Seus doces raios lançando,
Veio aquecer lentamente
O homem que ia passando;
O qual, em dado momento,
Se despojou do capote,
Revelando ao sol e ao vento
Qual dos dois era o mais forte.
31.03.10
Conteúdo relacionado: Poesia / Publicado por: Editor
CANTANDO A PÁSCOA
Aqui você encontra versos, histórias e as letras das canções
Confira neste site o Canto Desvendar da Voz, aulas de lira e Kântele para adultos e crianças
No outono, a estação da Páscoa, encontramos lagartas a tecer seus casulos, que se transformarão em lindas borboletas. Aquilo que se arrastava no chão, de repente se transfigura em leveza e liberdade. Uma inspiração para tecermos também nossa vida interior, nosso casulo, conquistando a cada dia leveza e liberdade de espírito.
A Páscoa pode ser celebrada em casa com as crianças, com canções, versos e histórias.
Clique nas partituras para vê-las ampliadas.
Brincadeira de dedos
(Enquanto falamos o verso, movimentamos mãos e dedos)
Era uma vez uma lagartinha (ind. mão dir.)
Que encontrou quatro folhinhas ( 4 dedos m. esq.)
Uma ela mastigou (ind.)
A outra ela engoliu (médio)
A outra ela triturou (anular)
E a outra ela devorou. (mindinho)
Veio um raio de sol e a enrolou ( braços se abrindo em arco)
Veio a chuva (gesto de chuva caindo)
Veio o vento
V vvvvvv
Veio outro raio de sol e a acordou
Êpa, duas anteninhas! (mão esq. Ind. e med.)
Êpa, duas asinhas! ( mexe os outros dedos m.esq.)
E numa linda borboleta a transformou (duas mãos em asas juntas).
E voou, voou, voou.
Fonte: www.festascristas.com.br
Brancas, azuis, amarelas e pretas
Brincam na luz as belas borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão.
Vinícius de Morais
Ressurreição
Ruth Salles
Sobre o silêncio apagado de luzes,
a noite lentamente estende o escuro manto;
e lá debaixo dele, longe
dos olhos curiosos dos homens,
ela prepara o próximo e veemente
borbulhar de águas,
irromper de plantas,
despertar de almas.
E, quando ela se vai
com um leve gesto erguendo a sombra, desvendando a vida,
o dia, ainda trêmulo, escapa no horizonte,
e surge o sol,
surge o sol aclarante, inundante!
E na ordem do tempo se revela
a eterna luz
a eterna florescência!
Fonte: www.festascristas.com.br
O Coelho da Páscoa
(Conto russo recontado por Christa Glass)
Era uma vez um pai coelho de Páscoa e uma mãe coelha de Páscoa que tinham sete filhos. Ao aproximar-se a época da Páscoa, eles resolveram testar os coelhinhos para ver qual deles era o verdadeiro “coelho de Páscoa”.
A mãe pegou uma cesta com sete ovos e pediu para que cada filho escolhesse um para esconder.
O mais velho pegou o ovo dourado e saiu correndo por campos e montes até chegar ao portão da escola, mas deu então um salto tão grande e tão apressado que caiu de mau jeito quebrando o ovo. Esse não era o verdadeiro coelho de Páscoa.
O segundo escolheu o ovo prateado e pôs-se a caminho. Ao passar pelos campos encontrou a raposa. Esta queria comer o ovo e pediu-o ao Coelho. Ele não lhe quis dar. A raposa prometeu-lhe então uma moeda de ouro, conseguindo assim que o coelho a seguisse até sua toca. Chegando lá, a raposa escondeu o ovo e, com cara feia, mostrou os dentes como se quisesse comer o assustado coelhinho que saiu correndo o mais que pôde. Esse também não era o coelho de Páscoa.
O terceiro escolheu o ovo vermelho e pôs-se a caminho. Ao atravessar o campo encontrou-se com outro coelho e pensou: “Ainda tenho muito tempo. Vou lutar um pouco com ele”. Os dois coelhos lutaram e rolaram tanto pelo chão que amassaram o ovo. Também esse não era o verdadeiro coelho de Páscoa.
O quarto pegou o ovo verde e pôs-se a caminho. Quando passava pela floresta ouviu o chamado da Pega (1) que, pousada no galho de uma árvore, gritava: “Cuidado! A raposa vem vindo!”. O coelho assustado olhou à sua volta procurando um lugar para esconder o ovo.
- “Dá-me o ovo que eu o esconderei em meu ninho”, disse a Pega. O coelho deu-lhe o ovo mas, percebendo que não havia raposa alguma quis o ovo de volta. A Pega respondeu maldosamente: ”O ovo está muito bem guardado no meu ninho. Vem buscá-lo se quiseres”. Esse também não era o verdadeiro coelho de Páscoa.
O próximo escolheu o ovo cinzento. Quando ia andando pelo caminho chegou a um riacho. Ao passar pela ponte viu-se espelhado nas águas. Ficou tão encantado com sua própria imagem que se descuidou do ovo indo este se espatifar numa pedra. Esse também não era o coelho de Páscoa.
O outro coelhinho escolheu o ovo de chocolate e pôs-se a caminho. Encontrou-se com o esquilo que lhe pediu para dar uma lambida no ovo. – “Mas este ovo é para as crianças”, disse o coelho.
O esquilo insistiu tanto que o coelho deixou que ele desse uma lambida no ovo. O esquilo achou-o tão gostoso que o coelhinho resolveu dar também uma lambidinha. Lambida vai, lambida vem, os dois acabaram comendo o ovo. Esse também não era o coelho de Páscoa.
Chegou então a vez do mais jovem. Ele escolheu o ovo azul. Quando passou pelo campo, veio-lhe ao encontro a raposa, mas o coelho não entrou na conversa dela e continuou o seu caminho. Mais adiante encontrou o outro coelhinho que queria lutar com ele, mas ele não parou. Continuou caminhando até chegar à floresta. Ouviu os gritos da pega – “Cuidado! A raposa vem vindo!”. O coelho não se deixou enganar e continuou seu caminho. Chegou então ao riacho e cuidadosamente atravessou a ponte sem olhar para sua imagem refletida na água. Encontrou-se mais adiante com o esquilo mas não lhe permitiu lamber o ovo, pois este era para as crianças.
Chegou assim até o portão da escola. Deu um salto nem curto nem longo demais, chegando ao outro lado sem danificar o ovo. Procurou um esconderijo adequado no jardim da escola onde guardou cuidadosamente o ovo. Esse era o verdadeiro “Coelho de Páscoa”!
(1) Ave que vive na Europa e que leva objetos cintilantes para seu ninho)
Fonte: www.festascristas.com.br
Se você não lê partituras, clique no link abaixo e escute no youtube uma gravação doméstica das canções, com o som do kântele e da Lira. Aprenda e cante com as crianças.
http://www.youtube.com/watch?v=FpKjASc_CKU
A lagarta (música de Luciana Betti e Marcelo Petraglia)
Quando a lagarta se recolhe
Ela dorme e se envolve
Num casulo delicado
E da escuridão nasce a luz
Que dá vida à borboleta
Voa cor de flor em flor
Olha a lagarta (música)
Olha lá como a lagarta vai andando, se arrastando!
E no escuro do casulo vai se enrolando.
E quando o sol vem esquentar
Uma linda borboleta vai voar
E de flor em flor ela vai passear
E de flor em flor ela vai passear
E uma linda flor ela vai visitar.
Borboleta Azul (música)
Borboleta azul
Voa pelos campos
Campos multicores
Cheios de flores
Voa pelos ares
Pelo azul do céu
Brinca com o vento
Como um véu
Outono (música)
Tardes Azuis e serenas
Folhas douradas no chão
Doce brisa sussurrante
Verde ausente
Sono profundo
Fonte: www.festascristas.com.br
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Reportagem de capa do Jornal Pampulha do domingo de Páscoa
http://www.otempo.com.br/jornalpampulha/noticias/?IdEdicao=188&IdCanal=18&IdSubCanal=&IdNoticia=5692&IdTipoNoticia=1
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Vivências são importantes para formação das crianças
O costume de presentear os amigos e parentes com ovos decorados, sejam eles de galinha, pato, ganso ou de porcelana é uma prática que vem desde a Antiguidade. Símbolo de nova vida e de fertilidade, o ovo e o coelho surgem como complementos que reforçam a confraternização e a celebração da existência.
Para a pedagoga Mariana Mata Machado, as festividades da Páscoa aparecem como oportunidade para despertar valores e vivências mais humanos. Professora fundadora da Pólen Escola Waldorf, Mariana conta que tais celebrações são importantes para a formação da criança, na sua percepção de si e do mundo à sua volta. “No outono, a estação da Páscoa, encontramos lagartas a tecer seus casulos, que se transformarão em lindas borboletas. Aquilo que se arrastava no chão, de repente se transfigura em leveza e liberdade. Uma inspiração para tecermos também nossa vida interior, nosso casulo, conquistando a cada dia leveza e liberdade de espírito”, analisa.
Segundo explica, a tradição de, a cada novo ano, comemorar ludicamente a data reafirma boas lembranças da infância e ajuda a formar a base afetiva e psicológica da criança. “A experiência da repetição traz segurança para a criança e, mais tarde, força e eixo para o adulto”, expõe. “Os ovos que foram escondidos serão procurados, numa analogia à busca do adulto por dar à vida um sentido maior do que o mero consumo”, complementa.
(ML/Especial para o Pampulha)